Sincopol se reúne com deputado estadual da base governista

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O presidente do Sincopol (Sindicato Regional dos Policiais Civis do Centroeste paulista), Celso José Pereira, e o diretor da entidade Valdecir Reginatto, participaram na sexta-feira (15) de uma reunião com o deputado estadual do Partido Progressista Professor Kenny, integrante da coligação que elegeu o Governador João Doria.

Além da Diretoria do Sincopol, estavam presentes Diretores do Sinpol Sorocaba, Sinpol Ribeirão Preto, Diretores do anfitrião Sinpolsan bem como o Presidente da Feipol Aparecido de Lima Carvalho, que também preside o Sinpol Campinas e região.

O encontro aconteceu na sede do Sinpolsan (Sindicatos do Funcionários da Policia Civil de
Santos e Região) e também estiveram presentes assessores do parlamentar. O encontro teve por finalidade buscar apoio politico/legislativo para criar um elo de comunicação entre as carreiras operacionais da policia civil e o governo Dória, visto que tais operacionais como
Escrivão, Investigador, Agente Policial, carcereiro, Fotografo Tecnico-Pericial, Agente de
Telecomunicações Policial, Auxiliar de Necrópsia, Desenhista Tecnico-Pericial, Papiloscopista
Policial, Atendente de Necrotério Policial, Auxiliar de Papiloscopista Policial, são os verdadeiros operacionais da policia civil, que busca diuturnamente melhorar a segurança publica do cidadão e merecem melhor atenção do Sr. Governador.

Nesse sentido o nobre Deputado Kenny, se mostrou solicito as demandas dos policiais
civis, bem como se posicionou com porta voz dos Sindicatos, junto ao Sr. Governador.
Ocasião em que o Presidente Celso esclareceu ao Deputado, que a prioridade das carreiras
operacionais supra mencionada, é uma remuneração justa, tendo em vista que se implantou na administração policial, uma nova modalidade de escravidão, que é a “Escravidão policial” qual seja, os policiais operacionais são obrigados a acumular cargos vagos em cidades diversas, obrigados ao trabalho extraordinário e, ou excepcional, sem devida contraprestação remuneratória dos trabalhos excepcionais efetivamente realizados.

Celso esclareceu ainda que apesar do trabalho policial ser reconhecidamente nos termos da lei como atividade de risco de morte porque morre policial todo dia, mesmo assim o Estado de São Paulo não paga adicional de periculosidade aos operacionais da policia civil.
Assim, o presidente do Sincopol defendeu que a principal bandeira a ser levantada seja a da remuneração.

De acordo com ele, os policiais sequer recebem aquilo que têm direito. “Precisamos eleger uma prioridade. Eu defendo o pagamento extra para quem faz plantão, Pro-labore, por exemplo, como acontece com os delegados. Tem policial trabalhando de graça para o Estado”, afirma Celso.

Sobreleva destacar que nos últimos anos a segurança pública, no tangente as atividades
finalística operacional da Policia Civil sofreu imensurável desvalorização, haja vista que nos
últimos 05 anos a categoria teve o poder de compra de seus vencimentos corroído pela
inflação, quando foram concedidos reajustes pífios, a reposição salarial foi de apenas quatro por cento sendo que a inflação nesse período passou de trinta por cento.

Ao final da reunião ficou sacramentado que o nobre Deputado estará a disposição do
Sindicatos Policiais para levar as demandas remuneratórias ao Sr. Governador que será objeto de nova reunião a partir do inicio dos trabalhos legislativos da ALESP.

LEGENDA: Reunião com deputado Professor Kenny (PP) e lideranças sindicais da polícia civil (Foto: Divulgação)