REPRESENTANTES DO SINCOPOL DISCUTEM APOSENTADORIA POLICIAL EM BRASÍLIA

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O presidente da Cobrapol (Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis), André Luiz Gutierrez, que também representa o Sincopol (Sindicato Regional dos Policiais Civis do Centroeste Paulista), esteve em Brasília (DF) nesta semana onde discutiu a aposentadoria policial e outros importantes temas que envolvem os servidores da Segurança Pública.

André Luiz participou de reunião com secretário nacional de Segurança Pública, General Guilherme Theóphilo, em seu gabinete no Ministério da Justiça na segunda-feira (12).

Ali foi reiterada a importância de o governo apoiar, como já está sinalizando com alguns segmentos, uma aposentadoria diferenciada para os policiais civis, como ocorre atualmente, em razão da atividade de risco que exercem.

O presidente da Cobrapol esteve acompanhado de uma comitiva de sindicalistas da Polícia Civil e a reunião também tratou sobre a Lei Orgânica Nacional da Polícia Civil e de matérias que tramitam no Congresso Nacional – como o Ciclo Completo e a unificação das polícias.

Na semana que vem uma nova reunião está marcada para detalhamento da lei orgânica defendida pela entidade. O texto já foi encaminhado tanto ao Executivo quanto ao Legislativo.

União dos Policiais do Brasil

Na mesma data, André Luiz também participou de reunião da União dos Policiais do Brasil (UPB), igualmente na capital federal. O tema foi igualmente a aposentadoria especial de policiais e a primeira medida a ser tomada pelo grupo já foi definida, a cobrança de apoio institucional para o pleito.

Já foram contatados, com essa finalidade, os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

O presidente do Sincopol, Celso José Pereira, que representa os policiais civis de 50 cidades englobadas pelas Delegacias Seccionais de Assis, Tupã, Marília e Ourinhos, parabeniza o trabalho da Cobrapol.

“Os policiais estão ficando doentes por conta do acumulo de serviço e da defasagem salarial. Nosso profissão é de risco e nos doamos praticamente de forma integral para a sociedade. A aposentadoria especial é uma necessidade, não é regalia”, argumenta o sindicalista.

André Luiz Gutierrez e outros sindicalistas das policiais civis em reunião no Ministério da Justiça (Foto: Divulgação)